Instituto E+ Transição Energética Site institucional, biblioteca de publicações e hub de conteúdo para um think tank de transição energética
A MARCA
O Instituto E+ Transição Energética é um think tank independente brasileiro dedicado a acelerar uma transição energética justa, sustentável e baseada em evidências. A tese que orienta a instituição é direta: a energia é um vetor de transformação da economia global e o Brasil tem vocação natural para liderar esse movimento.
A atuação se organiza em três papéis declarados — difusão de informações, dados e conhecimento, com relatórios técnicos, eventos, mídia e treinamentos; advocacy e políticas públicas, com análises e propostas dirigidas a quem decide; e articulação e engajamento, aproximando os elos da cadeia e estimulando parcerias e iniciativas no setor.
O instituto fala simultaneamente com formuladores de políticas públicas, empresas, pesquisadores, organizações da sociedade civil, imprensa e demais agentes da cadeia energética — públicos com repertórios, tempos de leitura e expectativas muito distintos. A produção de conhecimento já existia e era volumosa. O que faltava era uma casa digital capaz de sustentá-la e torná-la localizável.
O DESAFIO
Traduzir a complexidade da transição energética em uma experiência digital clara, confiável e acessível a todos esses públicos ao mesmo tempo — sem diluir a densidade técnica que dá autoridade ao instituto e sem deixar que o acervo vire arquivo morto.
O projeto exigia resposta para três problemas simultâneos:
Posicionamento institucional. Comunicar a independência do instituto e o que ele efetivamente faz já na primeira tela, em vez de apresentá-lo por uma lista genérica de serviços.
Volume e descoberta. São 111 materiais publicados — relatórios anuais, notas técnicas, fact sheets, artigos científicos, ensaios, sumários executivos, apresentações e os estudos da Série E+ —, distribuídos em mais de uma dezena de categorias editoriais. Sem uma arquitetura que os separe e os torne filtráveis, um acervo desse tamanho deixa de circular.
Múltiplos formatos de conteúdo. Publicações, eventos, treinamentos, notícias, análises, reportagens, conteúdo audiovisual, podcast e clipping de imprensa precisavam conviver no mesmo site, cada um com sua lógica de navegação e sem fragmentar a experiência — em versão bilíngue português/inglês, já que parte do debate é internacional.
SOLUÇÃO ELLEVEN
A Elleven desenvolveu o site institucional do Instituto E+ como uma plataforma editorial de conhecimento, desenhada do posicionamento até a última tela de listagem.
Home orientada ao posicionamento. Em vez de um menu de serviços, a página inicial declara os três papéis do instituto em blocos autônomos, cada um com rota própria. Logo abaixo, um painel interativo de produção de energia primária no Brasil apresenta a série histórica de 1970 a 2022 com reprodução automática, controle de linha do tempo e separação entre fontes renováveis e não renováveis — o dado entra como argumento, não como ilustração.
Arquitetura de informação orientada à descoberta. Cada tipo de material ganhou lugar próprio na estrutura, e a Biblioteca E+ concentra o acervo inteiro em uma única interface, com filtro por categoria, recorte por ano e busca por título. As categorias reproduzem a taxonomia editorial do próprio instituto — de Fact Sheet e Nota Técnica a Série E+ Estudos Técnicos e Sumário Executivo —, o que permite que pesquisador, jornalista e formulador de política pública cheguem ao mesmo acervo por caminhos diferentes.
Agência E+, a face pública do conteúdo. Notícias, análises, reportagens, conteúdo audiovisual, podcast e clipping foram reunidos em um hub com comportamento de portal — matéria em destaque, coluna de mais recentes, etiqueta de categoria, data de publicação e busca dedicada. É a camada que serve a imprensa e mantém o instituto presente no debate corrente.
Design editorial aplicado a conteúdo técnico. O sistema visual parte do azul profundo e do laranja da marca e trabalha a dose: texto longo respira em coluna estreita, o dado ocupa o bloco inteiro quando é ele que sustenta o argumento, e os objetivos estratégicos ganham tratamento de destaque numerado. A interface preserva a profundidade institucional sem tornar o conteúdo distante.
Experiência responsiva e bilíngue. Toda a estrutura foi construída mobile-first — cartões que se empilham, biblioteca e agência navegáveis no celular, menu compacto — e opera em português e inglês, com alternância direta no cabeçalho e compartilhamento social persistente nas páginas de conteúdo.